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5 dicas para evitar que seus filhos tenham medo de ir ao dentista!

Se o medo do motorzinho do dentista causa calafrios até mesmo em adultos, é bem natural que as crianças também apresentem algum tipo de resistência na hora de cuidar dos dentes.

Por isso, é preciso fazer com que, desde a infância, o indivíduo se sinta parte ativa da consulta odontológica, aprendendo a ver o médico dentista como um amigo.

É claro que a inibição dessa fobia passa pela sorte de encontrar um profissional qualificado para atender crianças, mas é em casa, com os pais, que a preparação deve começar. Acompanhe as nossas dicas para saber como evitar que seu pequeno desenvolva medo de dentista!

1. Torne o consultório um ambiente familiar

Uma boa forma de introduzir seu filho ao ambiente do consultório odontológico é levá-lo como acompanhante nas consultas em que você é o paciente. Assim, quando chegar a vez dele, entenderá que se trata de um cuidado necessário e não de um castigo ou punição.

É recomendável, ainda, que esse acompanhamento se inicie bem cedo, pois crianças mais velhas — após os 5 anos — já assimilam ideias que ouvem de conhecidos e colegas sobre esse tipo de experiência, podendo carregar uma ideia pré-concebida negativa sobre o cuidado com os dentes.

2. Seja um exemplo

Se você é um adulto que não lida bem com suas próprias idas ao dentista, cuidado para não transferir seus medos e traumas ao seu filho. Frases como “não vai doer” ou “não precisa ficar com medo”, ao invés de acalmarem e transmitirem segurança, acabam gerando o efeito oposto e desencadeando a ideia de repulsão pelo desconhecido.

Tente, também, não se referir à visita ao dentista de forma pessimista e enfadonha, mas sim, como parte indispensável da rotina de cuidados com a saúde.

3. Prevenir para evitar traumas

A prevenção é a principal medida para evitar experiências traumáticas no dentista, já que, com o tempo e com maus hábitos alimentares e de higiene, uma simples cárie pode acabar exigindo um tratamento mais demorado e dolorido — o que não vai ajudar em nada a popularidade do dentista.

Por isso, durante a infância, cabe aos pais ficar de olho tanto na higienização bucal quanto na periodicidade de visitas ao especialista. Assim, reduzem-se drasticamente as necessidades de procedimentos como tratamento de canal, por exemplo. Desse jeito, nada de medo de dentista!

4. Dê autonomia aos pequenos

Alguns especialistas acreditam que a presença do pai ou da mãe ao lado durante o atendimento deixa a criança mais suscetível a “birras” e comportamentos agressivos ou intolerantes, já que, não raro, os pequenos gostam de ter a atenção dos pais.

Uma boa estratégia é deixá-los sozinhos com o dentista até que seja estabelecida uma relação de confiança entre eles. Dessa maneira, a criança pode ficar à vontade para olhar os instrumentos, brincar com a cadeira e fazer perguntas ao especialista, sem receios de ser censurada.

5. Procure um odontopediatra

Todo o esforço do mundo para deixar seus filhos sem medo do dentista pode não ser suficiente, dependendo do nível do comportamento negativo, ou pode ser desperdiçado em minutos de consulta com um dentista despreparado no atendimento a crianças.

Para evitar esse tipo de desconforto, procure na lista de credenciados do seu plano odontológico um odontopediatra. Esses profissionais são especialistas em cuidados bucais de crianças e conseguem identificar se a resistência em relação ao tratamento é por “birra” ou medo.

A partir desse diagnóstico, ele utiliza técnicas para minimizar a fobia, como, por exemplo, músicas, analogias, referências do universo estudantil ou o próprio instrumental para entreter o cliente. Isto é, o odontopediatra convida a criança a se sentir importante e ativa durante a consulta e, assim, tem maior liberdade para atuar sem dificuldades.

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