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Gripe H1N1: tudo o que você precisa saber

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Os meios de comunicação têm veiculado, nos últimos dias, notícias sobre surtos de gripe H1N1, que chegaram mais cedo do que o esperado neste ano, especialmente no estado de São Paulo.

Por mais que já se tenha falado da doença nos anos anteriores, sempre temos dúvidas sobre causas, sintomas, modos de prevenção e, principalmente, como diferenciá-la de uma gripe comum.

Neste post, reunimos as principais informações sobre a doença. Tire suas dúvidas sobre a gripe H1N1:

Como se contrai a doença?

Da mesma forma que uma gripe comum, ou seja, através de secreções respiratórias: gotículas de saliva, tosse, espirro.

Quais são os seus principais sintomas?

Os sintomas também são semelhantes aos de uma gripe comum: febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, falta de ar, espirros, dor de garganta, fraqueza, coriza, congestão nasal, náuseas, vômito, diarreia. No caso da gripe H1N1, porém, pode haver complicações, que podem ir de uma sinusite até a insuficiência respiratória (mais comum em jovens), o que pode levar à morte.

Essas complicações podem se manifestar pelos seguintes sintomas: falta de ar, dores no peito, tontura, confusão mental, fraqueza, desidratação. É importante procurar um médico imediatamente em qualquer um desses casos.

Como diferenciar a gripe H1N1 de uma gripe comum?

Como dissemos acima, os sintomas são muito parecidos. O que diferencia é a intensidade, especialmente quanto à dificuldade para respirar. No caso da gripe H1N1, a febre chega repentinamente e supera os 38°C; a tosse é mais intensa, assim como as dores de cabeça e dores nas articulações e nos músculos. A diarreia também é mais frequente e intensa. Todos esses sintomas agravam, com intensidade, a sensação de mal estar.

Como é feito o diagnóstico?

O primeiro diagnóstico é feito pelo médico, por meio do exame clínico. A análise das secreções do nariz e da garganta do paciente, feita em laboratório no intervalo das primeiras 24 a 72 horas do aparecimento dos sintomas, confirma a presença da doença.

E o tratamento, como é realizado?

O tratamento é feito com medicamento, por via oral, receitado pelo médico. O paciente pode colaborar para o sucesso do tratamento repousando, tomando bastante líquido e alimentando-se adequadamente (ingerindo frutas e legumes, dando preferência por alimentos frescos e naturais, alimentando-se a cada três horas, etc).

A vacinação é necessária?

Como forma de prevenir uma eventual epidemia de gripe H1N1, o governo lança campanhas de vacinação. No entanto, diante da impossibilidade de atender a toda a população, são selecionados os grupos considerados de riscos, para quem a vacinação é essencial: gestantes e mulheres que acabaram de dar a luz, crianças de seis meses a cinco anos de idade, idosos, profissionais da saúde, população carcerária, portadores de doenças crônicas e índios.

Para o restante da população, a vacina está disponível em laboratórios particulares, mas alguns aspectos devem ser considerados na hora de tomar a decisão sobre tomar a vacina ou não. A vacina fortalece o organismo contra os casos de pneumonia viral e bacteriana, além da Síndrome Respiratória Aguda.

Em alguns casos, ela apresenta alguns efeitos colaterais não muito graves: febre e mal-estar nas primeiras 24 horas. Também é importante saber que pessoas que tenham hipersensibilidade ao ovo não devem tomar a vacina, pois o componente faz parte do antídoto.

Como se prevenir?
  • Evitar contato próximo com pessoa infectada;
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão. Evitar levá-las ao rosto, em especial, à boca;
  • Cuidar de seu sistema imunológico: alimentar-se bem, consumir frutas e verduras e beber bastante água;
  • Não compartilhar travesseiros, toalhas, copos e outros objetos de uso pessoal;
  • Evitar frequentar lugares fechados ou com aglomeração de pessoas; considerar a necessidade do uso de máscaras;
  • Sempre que possível, fazer uso do álcool em gel para esterilizar as mãos.


Você ainda tem outras dúvidas sobre a gripe H1N1? Fez alguma alteração na rotina ou passou a tomar algum cuidado especial por causa dos surtos veiculados pela mídia? Escreva nos comentários abaixo!