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Zika vírus: sintomas, tratamento e formas de prevenção

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Identificado pela primeira vez na história em Uganda, na África, no ano de 1947, o Zika vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti e teve sua primeira incidência no Brasil em abril de 2015. De lá para cá, os casos vêm se multiplicando rapidamente e atualmente novos casos são registrados em quase todas as regiões do país.

Em 2016, os inúmeros casos confirmados de Zika vírus em São Paulo já preocupam. Em um deles constatou-se, inclusive, que o contágio ocorreu na própria cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, até o mês de março foram identificados 111 casos, fora os que seguem em investigação.

Diante desse quadro, é preciso redobrar os cuidados. Por isso, preparamos para você um guia completo de informações sobre o Zika vírus: sintomas, tratamento e formas de prevenção. Ficou interessado? Continue a leitura!

Sintomas do Zika vírus

Os sintomas mais recorrentes são:

  • Febre baixa;
  • Dor de cabeça;
  • Dores leves nas articulações;
  • Manchas vermelhas pelo corpo;
  • Vermelhidão nos olhos;
  • Coceira;

Alguns sintomas possíveis, porém pouco frequentes são:

  • Inchaço no corpo;
  • Dor de garganta;
  • Tosse;
  • Vômito.

Estes sintomas tendem a desaparecer espontaneamente entre o terceiro e o sétimo dia. No geral, a evolução da doença é benigna e a possibilidade de evolução para óbito é excepcional. No entanto, atenção: mesmo que os sintomas sejam leves, é importante buscar atendimento hospitalar aos primeiros sinais da doença.

Tratamento

Por ser uma doença de evolução benigna, não existe tratamento específico para a infecção pelo vírus e não há vacina. Em casos sintomáticos, é receitado paracetamol ou dipirona para o controle da febre e alívio das dores.

Não são recomendados anti-inflamatórios e ácido acetilsalicílico (AAS), uma vez que esses medicamentos aumentam o risco de complicações hemorrágicas. Jamais se automedique!

Transmissão

Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, o único modo confirmado de transmissão do vírus é a picada do Aedes aegypti. As possibilidades de transmissão por meio do leite materno, da saliva, da urina e do sêmen ainda não foram confirmados, embora existam pesquisas em torno de tais hipóteses.

Formas de prevenção

Como a transmissão é feita por meio da picada, o combate ao mosquito é a principal forma de prevenção da doença. Para o sucesso dessa operação, cabe a cada um de nós, cidadãos, fazer a nossa parte.

Se os casos na sua região forem recorrentes, recomenda-se o uso de telas em janelas e portas. O ideal é que os habitantes de regiões endêmicas também deem preferência às roupas compridas e que usem repelente nas áreas expostas do corpo. Nessas localidades também deve ser evitada a permanência em locais que não possuam mosquiteiros, telas ou outras barreiras disponíveis.

Não fique alarmado: dentre as pessoas infectadas pelo Zika vírus, mais de 80% não desenvolvem sintomas e poucas desenvolvem algum tipo de complicação. Entretanto, é de suma importância que seja feita a avaliação e o acompanhamento médico tão logo sejam notados os sintomas. Cada caso é um caso e vale lembrar, ainda, que o zika é uma doença relativamente nova, de desdobramentos ainda pouco estudados e descritos.

Lembre-se de que o mosquito transmissor desse vírus também transmite uma série de outras doenças que estão em alta. Sendo assim, que tal se prevenir adquirindo um plano de saúde e não ficar na dependência do congestionado sistema público em tempos de epidemias como o atual?

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