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Por serem ainda bastante frágeis, é natural que bebês recém-nascidos adoeçam mais frequentemente — até que todas as vacinas sejam tomadas e eles ganhem resistência.

Por isso, contratar um plano de saúde para recém-nascidos deve ser uma das prioridades dos novos papais e mamães para garantir os cuidados básicos com a saúde e o bem-estar do bebê que acaba de chegar!

Se você ainda não sabe como fazer isso, este post trará algumas respostas às principais dúvidas sobre o assunto. Confira!

 

1. Quando incluir o bebê no plano de saúde?

Se você é beneficiário de algum plano de saúde, já pode solicitar a inclusão do seu bebê logo após o nascimento. Mas se quiser tirar um tempo para você antes de tomar qualquer providência, não tem problema: seu bebê estará automaticamente coberto por 30 dias!

A Lei 9.656/98, que dispõe sobre planos e seguros privados de assistência à saúde, assegura este direito ao recém-nascido em seu artigo 12. Portanto, ainda que o parto não tenha sido assistido pela seguradora, o bebê poderá usufruir do benefício.

No entanto, não realizar a inclusão dentro deste período de 30 dias corridos do nascimento pode trazer algumas desvantagens em relação ao prazo de carência. Explicaremos mais sobre isso a seguir!

 

2. Qual o prazo de carência?

Se a solicitação da inclusão do recém-nascido for feita dentro prazo de 30 dias, não haverá incidência de carência, e a seguradora estará obrigada a assisti-lo imediatamente. No entanto, se o titular ainda estiver sobre o prazo de carência, ela se estenderá para o bebê.

Por outro lado, caso a solicitação seja feita depois deste prazo, via de regra, o bebê deve cumprir os prazos de carência que regem o contrato do titular. Esta regra também vale para contratação de plano de saúde para recém-nascidos, nos casos em que os pais não os possuem.

 

3. Como realizar a inclusão?

A solicitação de inclusão pode ser feita por meio de qualquer canal de contato oferecido pela seguradora — seja telefone, e-mail ou carta protocolada. No entanto, é muito importante ter o registro da solicitação para o caso de surgir qualquer problema de inclusão e o prazo se esgotar.

A documentação a ser apresentada é simples: basta ter a certidão de nascimento do bebê e os documentos de identificação do titular para a comprovação de vínculo.

Como a lei vale também para os casos de adoção, os documentos que a comprovam devem ser apresentados junto aos citados acima.

 

4. A quais os procedimentos o recém-nascido tem direito pelo plano?

Todos os procedimentos devem ser cobertos pela seguradora, inclusive os testes da orelhinha e do pezinho. É preciso apenas atentar-se a dois pré-requisitos:

  • se o plano do titular — pai ou mãe — tem a especialidade médica obstetrícia;
  • se o período de carência já tiver encerrado (300 dias da contratação).

 

5. Qual é a cobertura oferecida?

O mesmo tipo de cobertura oferecida ao titular do plano se estenderá ao recém-nascido, levando em consideração tanto a cobertura pelos serviços médicos contratados, quanto a abrangência territorial do plano.

Além disso, mesmo se o bebê nascer com alguma doença, a seguradora não poderá cobrar valores mais altos em sua mensalidade, não poderá se negar a prestar atendimento integral a ele e muito menos negar sua inclusão no plano.

Informar-se com antecedência sobre o funcionamento de planos de saúde para recém-nascidos é uma maneira bastante eficaz de diminuir as preocupações que surgem após o nascimento do bebê, e pode te ajudar a economizar muito com gastos médicos. Planeje-se!

E então, ainda ficou alguma dúvida sobre plano de saúde para recém-nascidos?

 

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