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Planejamento familiar e plano de saúde: o que deve ser coberto?

Entre as preocupações com o bem-estar da família, uma das principais se refere à saúde dos seus integrantes. Hoje, frente a precariedade do sistema público de saúde, a melhor maneira de garantir esse cuidado para os familiares é contratando um bom plano de saúde.

Na hora de escolher, é fundamental levar em conta a qualidade e o custo desse serviço. Sabemos que os melhores planos de saúde, com cobertura total, são extremamente caros. Por isso, é importante conhecer quais são as coberturas básicas obrigatórias.

Quer entender como adquirir um plano que atenda às necessidades da família sem sobrecarregar o orçamento? Então acompanhe o post de hoje:

Cobertura dos Planos de Saúde x Planejamento Familiar

Tem sido muito debatida a questão da cobertura do planejamento familiar pelos planos de saúde. Primeiro, foi criada uma lei que obrigava o custeio de procedimentos contraceptivos, como a laqueadura das trompas, a vasectomia e o DIU.

Um ano depois (maio de 2009), entrou em vigor a lei que estabelece que estão integrados ao planejamento familiar não só as medidas contraceptivas, mas também as conceptivas, como a reprodução assistida.

Embora a lei obrigue as operadoras a custearem os tratamentos, a ANS autoriza a exclusão dessa cobertura para os planos mais básicos. Com isso, muitas vezes as pessoas não contam com esse serviço.

Reação à recusa de cobertura

Existem diversos argumentos que contestam essa prática. O primeiro é que os planos de saúde estão contrariando o direito constitucional ao planejamento familiar. Assim, não caberia ao plano decidir, pois estaria cerceando uma garantia constituinte.

Outra alegação é que a cobertura se refere a doenças, não a procedimentos específicos que são decididos pelo profissional para a melhora do paciente. A infertilidade não é uma escolha, é uma disfunção orgânica que necessita ser tratada para que haja saúde sob uma perspectiva bio-psíquica.

Outras formas de obter um plano de saúde de qualidade

Com essa discussão temos um exemplo de práticas comuns dos planos de saúde. O planejamento familiar é um tema relevante para muitas famílias e várias delas não sabem se o plano contratado cobre esses procedimentos.

Para minimizar esses riscos, o cliente pode tomar algumas medidas. A primeira é ler com atenção o contrato de adesão e conferir o que está coberto. Um segundo passo é consultar a operadora do plano sobre o assunto.

Outra providência é acionar a ANS e solicitar as informações necessárias ou fazer uma reclamação. Se nada disso resolver, resta procurar a Justiça e pleitear seu direito.

Caso o seu plano não tenha uma cobertura e você queira incluí-la de forma amigável, existem opções. Entretanto, haverá um acréscimo de despesas se não houver cautela. Pode-se solicitar a um de nossos corretores que faça a cotação de um adicional ao seu contrato para incluir o serviço desejado.

Você pode solicitar ainda a cotação de planos mais abrangentes, com um valor acessível, e fazer a portabilidade para o novo plano sem perder sua carência.

São várias as opções para quem procura conciliar o bem estar da família, os planos futuros e o orçamento mensal. Com boas informações e a ajuda de um corretor fica mais fácil lidar com os detalhes dos contratos de planos de saúde e ficar satisfeito.

Agora que você viu como escolher um plano sem prejudicar o orçamento familiar, que tal se informar sobre o que você precisa saber antes de contratar um plano de saúde? Nos vemos no próximo post!

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