Ligue Agora! (11) 4902-9052

Resina ou amálgama? 4 coisas que você precisa saber sobre a restauração dos seus dentes

A deterioração dos dentes, conhecida popularmente como cárie, é tratada por meio de restaurações com resina ou amálgama.

Esse tipo de procedimento é um dos mais comuns nos consultórios odontológicos, e tem a importante função de evitar que o problema se agrave — chegando à perda do dente, por exemplo.

É comum que surjam algumas dúvidas sobre o tipo de material utilizado neste tratamento. Pensando nisso, preparamos um artigo especial com 4 coisas que você precisa saber sobre a restauração dos seus dentes. Continue nos acompanhando e saiba mais!

 

1. Qual é a diferença entre amálgama e resina?

Amálgama e resina são os dois materiais mais utilizados na restauração odontológica. Ambos têm a mesma função: substituir as áreas deterioradas do dente. Por outro lado, os materiais possuem algumas características distintas, principalmente em relação à estética.

A amálgama é resultado da mistura de mercúrio, prata, estanho, cobre e outros metais. Embora apresente uma boa durabilidade, esse material sofre rejeição devido à sua cor escura, que acaba desfavorecendo a estética do sorriso. Por isso, a amálgama é utilizada apenas no tratamento dos dentes posteriores.

Já a resina, que é produzida a partir da matriz de acetato, tem uma melhor aplicabilidade visual, permitindo que o profissional adapte sua cor ao dente do paciente. Assim, o material pode ser usado até mesmo em pessoas que têm clareamento dental, sem prejudicar a estética do sorriso.

 

2. Qual material é mais duradouro: resina ou amálgama?

Estima-se que as restaurações de resina tenham a durabilidade média de 8 a 9 anos, enquanto as restaurações de amálgama podem durar mais de 15 anos. De fato, a amálgama é mais resistente aos impactos da mastigação e aos efeitos corrosivos do tempo, além de ser relativamente mais barata.

As resinas compostas vêm sendo aperfeiçoadas, o que também tem possibilitado uma maior resistência desse tipo de restauração.

 

3. Vale a pena trocar uma restauração de amálgama por uma de resina?

Isto dependerá de dois fatores: o desejo do paciente e a avaliação do profissional. A maior motivação para a troca das restaurações é o fator estético, pois as pessoas desejam ter os dentes brancos e sem sinais de reparos.

Essa substituição é possível e pode proporcionar um sorriso mais bonito, mas existem algumas exceções. As resinas compostas não são indicadas para restaurações em áreas extensas e com grande comprometimento do dente, por exemplo.

Nesse caso, o mais indicado é permanecer com a restauração de amálgama, que tem maior durabilidade.

 

4. Quais são os cuidados necessários com as restaurações dos dentes?

Existem alguns cuidados que podem proporcionar uma maior durabilidade das restaurações. Confira algumas dicas:

  • cuide muito bem da higiene bucal;
  • evite alimentos pegajosos, como caramelos, balas de goma e frutos secos. Além do risco de soltar as restaurações, esses alimentos favorecem o surgimento de novas cáries;
  • evite alimentos pigmentados, como café, refrigerantes e sucos artificiais. Eles podem escurecer a sua restauração de resina.
  • invista em um plano odontológico e visite o seu dentista regularmente;

Agora que você já sabe mais sobre as restaurações, poderá escolher de forma consciente entre resina ou amálgama. Qual é a sua preferência? Conte para a gente nos comentários!

 

Clique aqui e solicite orçamento expresso. Entraremos em contato em 10 minutos.